Por que sentir orgasmos é importante no relacionamento do casal?

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Orgasmo ainda é um mistério para a ciência – ainda que você provavelmente saiba muito bem do que se trata. 😁Levou um bom tempo para os pesquisadores descobrirem por que esse fluxo de prazer acontece com a mulher. E só agora descobriram por que, nas entranhas do seu cérebro, essa sensação causa tanto bem-estar. 😄
Neurologistas da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mapearam como o estímulo sexual, aplicado de forma ritmada, altera a atividade cerebral. E descobriram que, no ápice da euforia, os neurônios ficam focados de uma maneira quase surreal. É como entrar em transe – você não consegue prestar atenção em nada além daquela sensação. Toda sua atenção se concentra naquele momento. Como se nada mais importasse no mundo. Literalmente, você só pensa naquilo. “Sexo é uma fonte de sensações prazerosas e de conexão emocional, mas, além disso, é a forma de atingir um estado alterado de consciência”, diz o estudo. 🤓
Mas tudo depende da sintonia entre os envolvidos. Os dois precisam sincronizar o ritmo e a velocidade dos movimentos para o orgasmo acontecer.

A maioria das pessoas conhece apenas o orgasmo genital (clitoriano ou peniano), mas é importante que todos saibam que o orgasmo pode adquirir maior intensidade e tempo de duração, e pode ser muito mais amplo do que o normalmente conhecido, que dura alguns poucos segundos. Estou falando aqui do orgasmo de corpo inteiro, denominado Orgasmo Expandido. Um orgasmo expandido é um orgasmo mais intenso e mais extenso do que se descreve habitualmente como um orgasmo comum. Este inclui um espectro de sensações que incluem orgasmos de corpo inteiro, tais quais os descritos por Wilhelm Reich, orgasmos que podem durar de poucos minutos a várias horas. O termo foi criado em 1995 por Patricia Taylor, que o empregou em sua pesquisa sobre experiências sexuais intensas em 44 casais de diversas procedências e num vídeo que produziu em 1998.

As características que definem o orgasmo expandido são as sensações energéticas e as contrações em todo o corpo, especialmente no abdome, músculos internos, mãos e pés, e claro, nos genitais, como descreveu Reich em seu livro de 1942, A Função do Orgasmo. A Dra. Taylor descreve os relatórios de praticantes entrando em estados alterados de consciência, o que lhes trazia uma profunda liberação e rejuvenescimento emocional, profundas experiências espirituais, uma consciência que geralmente não se percebe durante os orgasmos comuns, e a percepção da energia que se expande muito além dos limites do próprio corpo. Também podemos encontrar relatos de experiências similares em estudos realizados pela Dra. Jenny Wade e por David Deida. A Dra. Taylor afirma que os homens têm as mesmas probabilidades que as mulheres de entrar nestes estados e ter estas mesmas experiências. Adicionalmente, tanto Brauer, como Bodansky, tratam sobre o orgasmo expandido masculino. As teorias sobre os processos biológicos requeridos para entrar nestes estados incluem a estimulação e elevação progressiva e equilibrada dos sistemas simpático e parassimpático.

O orgasmo pode apresentar características muito importantes para a saúde das pessoas se for utilizado de forma livre e dissociada da abordagem sensual e sexual. Na Comunna Metamorfose, nós propomos o “Orgasmo sem Sexo”, um excepcional recurso terapêutico que é apresentado às mulheres como uma excelente opção para resolverem suas disfunções sexuais e suprir seu corpo com a incrível capacidade regenerativa dos hormônios produzidos naturalmente pelo seu corpo. Através de estímulos específicos e terapêuticos, são produzidos orgasmos múltiplos, liberados ao longo de uma hora e meia de sessão terapêutica, onde são trabalhadas as estruturas linfáticas da coxa e do abdome, responsáveis pelo aporte de lubrificantes naturais na região genital, as estruturas neuro-funcionais do clitóris, com alongamentos e estimulações extremamente prazerosas, incluindo a tonificação dos músculos clitorianos com o uso de um vibrador-bullet específico e muito potente, mobilizações precisas na glândula de Gräfenberg (ponto G) e dos músculos intra-vaginais, tonificando-os e estimulando um grande potencial de emoliência, e incríveis variações de orgasmos.

O orgasmo é um dos melhores e mais eficientes tratamentos reguladores das disfunções hormonais. É um recurso natural e gratuito, disponível para homens e mulheres em qualquer faixa etária, a partir da maturidade dos seus centros sexuais.

Conforme estudo publicado pela Universidade de Michigan, o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio e libera ocitocina, reduzindo o cortisol, o principal hormônio do estresse elevado crônico, quadro muito comum entre as mulheres de todas as épocas, mas principalmente nos dias de hoje, em que a demanda de responsabilidades sobre a mulher tem crescido consideravelmente.

Além da redução dos níveis de cortisol no sangue, os níveis de ocitocina aumentam em 5 vezes após uma forte experiência orgástica. Níveis mais altos de ocitocina fazem a pessoa se sentir feliz, enquanto baixos níveis de ocitocina estão relacionados à depressão e a níveis mais baixos de hormônio tireoidiano. A ocitocina também estreita a vinculação afetiva entre mãe e bebê e entre parceiros.

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